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Camaçarí / BA - 04 de Março de 2026
Publicado em 04/03/2026 15h35

Dia Mundial da Obesidade: consumo de alimentos ultraprocessados e calóricos acende alerta nos baianos

Endocrinologista e docente da Afya Educação Médica Salvador explica sobre os riscos do sobrepeso e questões hormonais
Por: Assessoria de comunicação

Freepik

 

Salvador, 4 de março de 2026 – Nesta quarta-feira (04), é marcado o Dia Mundial da Obesidade, situação que acomete cerca de 800 milhões de pessoas em todo o mundo e aumenta consideravelmente o risco de desenvolvimento de doenças graves como diabetes, hipertensão, problemas nas articulações e alguns tipos de câncer. Na Bahia, o excesso de peso é uma realidade preocupante. De acordo com dados do Ministério da Saúde, mais de 58% dos adultos de Salvador estão com sobrepeso e 22% já são obesos. O levantamento também aponta que são as mulheres e pessoas com baixa escolaridade, quem mais sofrem com o problema.

Entre as crianças, o alerta é nacional. Segundo o Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN/ Ministério da Saúde), uma a cada três pequenos acompanhados nas unidades básicas de saúde apresenta excesso de peso.

Para a endocrinologista e coordenadora do curso de pós-graduação em endocrinologia da Afya Educação Médica Salvador, Renata Bussuan, as questões hormonais, muitas vezes associadas à ansiedade, são também responsáveis pelo problema. "Não é que a ansiedade engorde por si só, o tempo todo. Mas ela também não é desprezível.  Ela muda o sono, o apetite, a rotina, impulsos alimentares e pode manter o corpo em estado de estresse", afirma.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quase 70% dos brasileiros não praticam atividade física suficiente e mais de 30% fazem suas refeições fora de casa, o que favorece o consumo de alimentos ultraprocessados e calóricos, além de se agravarem com o ritmo acelerado da rotina e o sedentarismo.

Para o especialista, uma forma de amenizar a situação é equilibrar hormônios, controlar o peso, tratando também fatores emocionais: "Quando tratamos a saúde mental, percebemos uma melhora no que diz respeito à qualidade do sono, no controle do apetite e na compulsão. A aderência ao plano alimentar e à atividade física também funciona. Aqui, a questão é rastrear e tratar o que for hormonal e alinhar as emoções para reduzir os gatilhos que sabotam o tratamento", conclui.

 

Sobre a Afya

A Afya, maior ecossistema de educação e soluções para a prática médica do Brasil, reúne 37 Instituições de Ensino Superior, 32 delas com cursos de Medicina e 25 unidades com pós-graduação e educação continuada em áreas médicas e de saúde em todas as regiões do país. O grupo conta com 3.766 vagas de Medicina aprovadas pelo MEC e, nos últimos 25 anos, já formou mais de 24 mil alunos.
Pioneira em práticas digitais para aprendizagem contínua e suporte ao exercício da Medicina, 1 a cada 3 médicos e estudantes de Medicina no país utiliza ao menos uma solução digital do portfólio, como Afya Whitebook, Afya iClinic e Afya Papers.
Primeira empresa de educação médica a abrir capital na Nasdaq em 2019, a Afya recebeu prêmios do jornal Valor Econômico, incluindo "Valor Inovação" (2023) como a mais inovadora do Brasil e "Valor 1000" (2021, 2023, 2024 e 2025) como a melhor empresa de educação. Virgílio Gibbon, CEO da Afya, foi reconhecido como o melhor CEO na área de Educação pelo prêmio "Executivo de Valor" (2023).
Em 2024, a empresa passou a integrar o programa "Liderança com ImPacto", do Pacto Global da ONU no Brasil, como porta-voz da ODS 3 - Saúde e Bem-Estar.
Mais informações em: www.afya.com.br e ir.afya.com.br.

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