Publicado em 24/06/2009 08h03

Quadrilhas juninas são tradição no Camaforró


As quadrilhas juninas também são atrações no Camaforró 2009. Tradição em todo o Nordeste, as grupos ganham um espaço alternativo no maior São João da Região Metropolitana. A área está localizada na lateral do Caramanchão, em frente ao coreto central.

De acordo com a responsável pela coordenação dos grupos juninos, Tatiana Pinheiro, os quadrilheiros receberam de forma positiva o novo espaço. “Agora as quadrilhas podem se apresentar sem pressa”, comenta.

Reinildo Santos, coreógrafo e responsável pela quadrilha Pode Misturar, de Parafuso, diz que é um grande privilégio fazer apresentação no novo espaço. “Fazemos tudo com muito amor, por isso é gratificante ver o público delirar com as apresentações. Nos sentimos valorizados.”.

O grupo Pode Misturar é a primeira quadrilha a se apresentar na noite de hoje (23/06). Este ano, o grupo traz como tema a mistura de ritmos. Durante a apresentação os 20 componentes dançam do samba ao forró e mostram a variedade de ritmos do Brasil.

A próxima quadrilha a dançar no local será o Arraia Jardim Brasília, que este ano completa 10 anos de Camaforró. Segundo o responsável pela equipe, Jorge Gonçalves, “a comemoração não poderia ser melhor. Vamos dividir nossa alegria com o público que vibra com a apresentação”, diz. Na seqüência sobe ao tablado os grupos Lenha na Fogueira e Flor de Liz.

Até ontem (22/06), segunda noite de festa, passaram pelo local 9 grupos juninos. De hoje (23/06) até amanhã, mais 8 quadrilhas fazem a alegria de jovens e adultos que valorizam as tradições culturais e folclóricas do São João. As apresentações começam a partir das 20h.

A expectadora Juliana Souza, sempre marca presença nas apresentações. “Os grupos estilizados trabalham durante meses para mostrar à população o que sabem fazer de melhor, dançar”. Ela lembra também, que muitos integrantes além de trabalharem e estudarem, ainda têm ânimo e disposição para os ensaios.

 

MOSTRA

A mostra das quadrilhas atrai grupos juninos de várias localidades da sede e orla de Camaçari, entre elas Gleba C, Gleba B, Parafuso, Jardim Brasília, Pé de Areia, Lama Preta, Barra do Pojuca, Arembepe, Novo Horizonte, Papa Mel, Verde Horizonte, Ponto Certo, e o grupo de idosos do Espaço Conviver, que mostraram no primeiro dia de apresentação que não tem idade para dançar, brincar e ser feliz.

Este ano, 17 quadrilhas participam da mostra não competitiva. “Para nós não é o prêmio ou o título o que importa, mas a receptividade do público, que vibra, canta e dança a cada apresentação. Todo o resto é complemento”, diz a quadrilheira Lindinalva Cosma, do grupo Pode Misturar.

 

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